Diário de uma aventura pela Ilha

Dia 6  - É hoje que deixo cá uma perna

 

 

 

8h00 - O que vale é que temos os dois a mesma pancada.

Gostamos ambos de desportos radicais, gostamos de sentir aquela adrenalina do perigo e da aventura (faz-nos viver as coisas mais intensamente).

A Madeira é bastante conhecida não só pelas suas levadas e veredas, como também pelos seus trilhos de canyoning. São várias as pessoas que se deslocam até cá só para praticar ambos os desportos.

Conseguimos arranjar maneira de fazer canyoning com a Adventure Kingdom.

Ponto de encontro marcado para as 8h00 junto ao teleférico do Funchal para seguirmos caminho até à Ribeira das Cales, onde íamos fazer a nossa descida, tínhamos os instrutores à nossa espera.

Foi chegar, vestir os fatos, receber o briefing e começar esta aventura. Houve de tudo, saltos, escalada, rappel e o melhor de todos, os toboggans (são escorregas improvisados na natureza).

Escusado será dizer que por muito que levássemos a action cam connosco, foi difícil fazer grandes reportagens, (mas ainda conseguimos uns videozinhos). 

E dois malucos juntos o que pensam fazer depois de uma atividade de 2h30 a subir e descer calhaus e aos saltinhos?

Ir fazer a Vereda do Pico do Areeiro! O que vale é que só se estraga uma casa ahahah).

 

O objectivo era fazer a vereda dos 3 picos e chegar ao Pico Ruivo. Mas o cansaço era mais forte que nós, já sentíamos dores nas pernas e mesmo assim fizemos cerca de 5km da vereda, passámos por túneis (mas experimentámos cada banco que havia no caminho), observámos as vistas de todos os miradouros e tivemos o prazer de estar acima do nível das nuvens, que é INCRÍVEL.

Pelo caminho encontrámos grandes profissionais de caminhada que se metiam connosco "já falta pouco, só mais de metade".

O melhor para quem vai fazer esta vereda segundo o que nos foi aconselhado posteriormente, é ter alguém no Pico Ruivo para o apanhar, fazer o caminho de ida e volta é doloroso pela questão do cansaço e do vento que torna o caminho mais lento.

1/1

Faltavam-nos dois locais que muito nos falaram: Curral de Freiras onde provamos o bolo de castanha e o Miradouro da Eira do Serrado (que passámos ao lado feitos tolos mas em modo zombie, o cansaço era tanto que já íamos meio a dormir).

18h30 - Deixámos para o fim da nossa viagem e para fechar os "sabores da Madeira", a melhor poncha da Madeira em Serra D'água, a Taberna da Poncha. 

 

Estava cheia quando lá chegámos, tanto por locais como por turistas curiosos como nós que tinham ouvido falar imenso na internet.

É famoso pelo seu chão coberto de cascas de amendoins e porque todos os visitantes deixam uma recordação. A taberna está carregada de cartões, notas, moedas e até BI's lá encontrámos.

Dia 7 – Dolce far Niente

 

10h30 - O nosso mergulho passou para o último dia.

Fomos até à Praia dos Reis Magos ter com a Madeira Diving Center onde fiz o meu baptismo de mergulho.

 

Foi BRUTAL!

Gostei tanto que fiquei com a vontade de tirar o curso para poder fazer mais vezes.

Durante 45 minutos vi um polvo, uma estrelas do mar, pepinos, uma moreia (o bichinho mais feio) entre outros peixes super giros que fugiam entre os dedos eheh.

Aprendi a controlar a respiração com botija e a apreciar o fundo do mar.

Não era aconselhado levar a action cam, como era a 1ªvez ia acabar por não desfrutar da mesma maneira.

Deliciados com o mergulho foi almoçar e ficar de papo para o ar a prepararmos-nos psicologicamente para o regresso ao trabalho.

Melhor do que nos mostrarem é vermos com os próprios olhos!

Até breve Madeira! 

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31 Outubro 2017 © Nunca Paras Quieta

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