Roadtrip GoFree - dia 4

Adeus Brinches, até já Odemira.


A Beja estava atestada e estava na hora de seguir rumo à Costa Vicentina.

O destino era o Cabo Sardão onde íamos pernoitar e apreciar a paisagem da Costa Vicentina...



Pelo caminho passámos por uma barragem, a barragem do Monte da Rocha que nos chamou logo à atenção pelo tamanho do seu descarregador. É ENORME!


Nas fotografias vocês não conseguem ter uma ideia do quão gigante ele é, e a barragem estava muito baixa, fui buscar uma foto ao Google para terem uma melhor noção, cliquem aqui.


É ou não é colossal? Fiquei logo com a pulga atrás da orelha para cá voltar quando o nível da barragem chegar ao descarregador... deve ser um fenómeno lindo de se ver.




Seguimos viagem até Odemira e decidimos parar junto ao clube naval para a pausa do café e observar o rio.



Acabámos por dar uma pequena voltinha pela pontes pedonais e acabámos por ver uma estação de assistência ao BTT com WC públicas. Precisávamos de fazer a limpeza das águas da Beja então decidimos ir com a caravana até lá e começámos a tratar da manutenção da nossa caravana.



Beja em condições, nós com a energia reposta e aí fomos nós pelas lindas estradas alentejanas.

Olá Cabo Sardão! Olá Costa Vicentina! Olá Vento! Olá Sunsets brutais!

Bem vindos a um dos paraísos Portugueses.

O Cabo Sardão para além das suas paisagens naturais, selváticas e lindas tem o seu famoso Farol encimado por uma lanterna cilíndrica vermelha com 17 metros de altura.

Proposto pela primeira vez em 1883, o Farol do Cabo Sardão entrou em funcionamento apenas a 15 de Abril de 1915.


Mas a curiosidade que mais leva pessoas a este local é a porta virada para o mar e o farol virado para terra. Sim estás a ler bem... Pelo que se diz houve uma zanga entre os construtores e os engenheiros e saiu um farol ao contrário.

Sabias que até aos anos cinquenta, o serviço de entrega e recepção de correio do farol era feito por uma estafeta? O vencimento era de 200$00 mensais, destinado a retribuir «16 viagens por mês, a pé, de mais de 20 quilómetros cada, e por péssimo caminho, parte dele quase intransitável no Inverno», viria pouco mais tarde a ser aumentada para 300$00.

Andámos por ali a pé e estacionámos a Beja aqui para ver o pôr-do-sol: 37.596160, -8.816046.

Servimos o Gin, ligámos a música e ficámos ali, horas a ver o primeiro sunset da Costa Vicentina... éramos apenas nós, o mar, as gaivotas, a música e um pôr-do-sol lindo!

Enquanto estávamos neste paraíso passou o carro da GNR, sorriu, levantou o braço e seguiu. E nós? Ficámos ali a pernoitar.

Dormir ao som das ondas, por baixo de um céu estrelado, a ver a luz do farol perder-se no horizonte escuro? Não queríamos melhor.


Para pernoitar nestes locais é importante saber até que ponto é ilegal, para isso o melhor é falar com a polícia. Acima de tudo tens de ser cívico e não montar estendais, não fazer fogueiras, nem estacionar em cima de dunas e das espécies (vegetação) ali presente.



Dia 5 - Praia da Amália e Aljezur.

(uma praia com uma cascata? Cobras na praia?)

conto tudo brevemente

Até lá podes ler o resumo da aventura de autocaravana aqui.

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Captura de ecrã 2020-05-26, às 18.28.33.
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